Takahiro: "Aah, tô de barriga cheia!"
Makki: "Ai, acho que vou explodir"
Takahiro: "Isso porque você comeu até a carne que estava no meu prato, né, Makki?"
Makki: "Eu comi só um pouquinho, tá!"
Hatsuseno Alpha: "Estava realmente uma delícia"
Takatsu Kokone: "Comer ao ar livre deixa até mais gostoso"
Tio: "Ei, Alpha. Toma, última lata"
Alpha: "Ahn? Espera, é melhor eu parar por-"
Tio: "Tá, tá. Pega logo, vai"
Alpha: "Obrigada. Você sempre faz churrascos assim, tio?"
Tio: "Fazia antigamente. A última vez foi quando o Taka ainda era pequeno"
Takahiro: "Eu ainda me lembro bem desse dia"
Makki: "Que bom, né? Eu queria poder comer assim todos os dias"
Kokone: "Mas por que logo hoje?"
Tio: "Coisa do Taka. Ele achou essa churrasqueira no meio da bagunça e me pediu pra usar"
Takahiro: "Estava pegando poeira junto com o carvão"
Alpha: "Esse fogo de carvão é tão agradável"
Tio: "Bem, acho que já tá bom por hoje"
Makki: "Mas já?"
Takahiro: "Não tem mais o que comer, né"
Makki: "Poxa, mas eu queria ver o carvão queimar até o finalzinho. Ah...devia ter trazido alguns hanabis"
Kokone: "E se a gente fizer algo mais divertido?"
Makki: "Tipo o quê?"
Kokone: "Que tal contarmos histórias de terror?"
Makki: "Legal, gostei!"
Alpha: "Ih!"
Takahiro: "O que foi, Alpha?"
Alpha: "Não, nada não"
Kokone: "Foi uma ideia ruim?"
Alpha: "Não, é que... não é a minha praia. Só um golinho..."
Makki: "Você conhece alguma, Kokone?"
Kokone: "Tem essa que uma colega do serviço me contou, sobre aquele túnel que sempre usamos para vir até aqui"
Alpha: *gole*
Kokone: "Se alguém passar por ali de moto depois da meia-noite, o acelerador do nada começa a diminuir..."
Takahiro: "Ei, essa não é aquela..."
Kokone: "Essa mesmo. No momento em que for olhar pelo retrovisor, atrás do banco estará uma mulher toda vestida de branco, colocando as mãos na cintura do motorista... desse jeito!"
Takahiro: "Eu também já ouvi essa antes. Parece que muitos anos atrás teve um acidente de moto envolvendo um casal ali. Não foi, vô?"
Tio: "Talvez tenha tido um negócio assim, né"
Kokone: "Alpha, você está bem?"
Makki: "Ei"
Alpha: "Estou bem" *gole*
Takahiro: "Ah, era só isso? Agora é a minha vez"
Alpha: "Ainda tem mais?"
Takahiro: "Talvez até dê para ver algo hoje"
Makki: "É alguma que eu conheço?"
Takahiro: "Acho que ainda não te contei essa"
Alpha: *gole* *gole*
Takahiro: "Tem um hospital logo ali embaixo da água. Ali, ó. Aquele com a cruz vermelha"
Makki: "Cadê?"
Kokone: "Já está bem tarde, não dá para ver direito"
Takahiro: "No segundo andar, onde ficam os quartos, ele fica totalmente submerso durante a maré cheia. Mesmo assim, parece que dá para ver pela janela de um dos quartos um vulto branco se mexendo"
Makki: "Ai, credo!"
Alpha: "Deve ser só um pe-i-xi...hic!"
Takahiro: "Nada disso, certamente é o espírito de alguém que morreu ali. Não é, vô?"
Tio: "Talvez também tenha algum negócio assim, né"
Alpha: "A vista de dentro do mar está uma belezura. Já sei! Vamos cantar!"
Kokone: "Alpha, você está realmente bem?"
Kokone: "Vejam, aquelas luzes..."
Makki: "...que lindas"
Kokone: "Incrível que ainda existam postes assim"
Tio: "Num é?"
Takahiro: "Realmente"
Makki: "São tão belas"
Alpha: "De tempos em tempos, eu venho aqui vê-las. As luzes que nos foram deixadas pelas pessoas do passado"
Blue Light Yokohama (ブルー・ライト・ヨコハマ) é uma canção famosa de 1968, cantada por Ishida Ayumi いしだあゆみ, sendo o seu maior sucesso. Foi escolhida em 2008, por meio de votação popular, como a canção que mais representa a cidade de Yokohama.